terça-feira, 18 de agosto de 2015

Perspectivas para as CEBs no Pontificado de Francisco


Luis Miguel Modino*

A chegada do Papa Francisco levou a um impulso às Comunidades eclesiais de Base (CEBs). 
A partir desta nova situação eclesial, o Iser Assessoria e o Setor CEBs da Comissão Episcopal para o Laicato da CNBB organizaram um encontro de assessores e assessoras das CEBs do Brasil de 30 de julho a 1 de agosto de 2015.  Estiveram presentes mais de 50 pessoas, procedentes das diferentes regiões do país, para refletir juntos a partir do tema “Perspectivas para as CEBs no Pontificado do Papa Francisco”, sem deixar de lado os desafios que se apresentam na evangelização do mundo urbano, aspecto que constitui o tema central do próximo Intereclesial, a ser celebrado em Londrina, em janeiro de 2018.
 Os desafios do mundo urbano são grandes e complexos, assim como os da própria realidade eclesial. Dentro deste panorama socioeclesial, as CEBs se movem em uma perspectiva de esperança, que surge da proposta do Reino e a retomada de Francisco da visão eclesiológica do Vaticano II.
As CEBs se posicionam como instrumento necessário e eficaz na realização da missão, de que são destinatários principais a juventude, os empobrecidos e excluídos, as mulheres, e também na que se fazem participantes os movimentos populares, as pastorais sociais e outras igrejas, com quem querem assumir conjuntamente as causas dos pobres.  Foram compartilhadas diversas experiências de trabalho na periferia de algumas cidades brasileiras e com aqueles que vivem nas periferias existenciais. Tudo isso sem esquecer que vivemos em uma sociedade e participamos de uma linguagem onde o virtual exige cada vez mais protagonismo.
Neste sentido, Raquel Rolnik, professora da Universidade de São Paulo e ex-relatora da ONU em questões referentes ao direito à moradia digna, depois de analisar a realidade do mundo urbano, assinalava que as CEBs devem assumir o papel, a partir de seu compromisso com a libertação, de oferecer uma leitura alternativa do que se passa, que seja fonte de esperança e de utopia. E não só isso, devem também mostrar aos movimentos populares que não estão loucos nem sozinhos e que suas reivindicações são legítimas.
Da reflexão coletiva surge a necessidade de revitalizar as CEBs, revendo seus princípios orientadores e metodológicos, sendo necessário um diálogo com a complexa realidade do mundo urbano a partir de uma perspectiva bíblica, na qual devem se consolidar experiências de fé transformadoras, libertadoras e proféticas, a partir de um encontro pessoal e comunitário com Jesus de Nazaré, valorizando as expressões religiosas populares e elaborando um discurso contrário ao do mercado, que coloque o foco na solidariedade, na vida fraterna, na reconstrução das relações comunitárias, no macroecumenismo, na ecologia, na misericórdia e na escuta do clamor dos sofredores, assumindo o compromisso de lutar por direitos, que leve a reafirmar a centralidade dos pobres e a prática da justiça. Tudo isso baseado em uma articulação da mística, da presença, do testemunho e da profecia.
As CEBs são conscientes que o presente é um tempo de busca, em um ambiente em que o clericalismo e a autorreferencialidade eclesial levam a um sentimento de estar como ovelhas sem pastor. A isso se referia Francisco de Aquino Junior, sacerdote e professor de Teologia, que fez uma leitura histórico-teológica da vida da igreja nos últimos 50 anos, as consequências do modelo eclesial assumido desde a década de 80 e o empenho do Papa Francisco para mudar esta dinâmica, aspectos em que também insistiu o professor Sérgio Coutinho. Daí, o ser igreja em saída, que tanto incentiva o bispo de Roma, tem que partir de algumas perguntas: Para onde? Com quem? A favor de quem?
 As CEBs assumem que hoje são uma minoria teológica e eclesiológica, que não são a única expressão profética do Reino, que devem buscar o consenso, que não devem diluir o espírito, carisma e identidade dentro da realidade contemporânea e que são igreja pobre e dos pobres, colocando os excluídos, as minorias e o seguimento de Jesus de Nazaré como elementos centrais.
O caminho a seguir deve partir de um processo de formação de leigos e de leigas que animam a vida das comunidades, numa perspectiva bíblica e teológica que coloque a Palavra de Deus no centro da experiência comunitária, impulsionando os grupos de reflexão bíblica. Um desafio urgente é fazer-se presente nas bases com novas metodologias, levando em conta as experiências bem sucedidas de vida comunitária e aproveitando os ventos favoráveis chegados com Francisco e que têm permitido que voltem adquirir protagonismo as intuições eclesiológicas formuladas no Vaticano II e em Medellín.
As CEBs creem em uma eclesiologia participativa onde os conselhos pastorais sejam mais valorizados, comunitária, ministerial, laical, ecumênica, aspectos defendidos no Vaticano II. Insistem na necessária incorporação dos jovens e outros atores sociais, e no imperativo de abraçar o cuidado da Casa Comum e dos frágeis do mundo.
A partir destas idéias surgem algumas perguntas, como a formulada pelo sociólogo Pedro Ribeiro de Oliveira em sua intervenção, se as CEBs são ainda comunidades eclesiais de base, se não deixaram de ser aquilo que Pedro Casaldáliga destacava em 1989, as definindo como “a nova forma de toda a igreja ser”, para converter-se em um movimento espiritual a partir dos círculos bíblicos e da Teologia da Libertação. A socióloga Solange Rodrigues que, como Pedro faz parte da equipe de Iser Assessoria, se interrogava se tem sentido falar de CEBs em uma sociedade urbana, complexa e plural.
Na verdade, são muitos os elementos a serem refletidos e, ao mesmo tempo, são muitas as perguntas que surgem ao levar adiante um processo evangelizador baseado na centralidade dos pobres e na luta pela justiça. A isso buscam responder as CEBs do Brasil e  de tantos lugares do mundo, especialmente da América Latina. Tudo isso sem esquecer da letra da canção com que o encontro foi encerrado:  “Nossa alegria é saber que um dia todo este povo se libertará, pois Jesus Cristo é o Senhor do mundo, nossa esperança realizará”.

*Sacerdote diocesano de Madri desde 1998 e missionário na Diocese de Ruy Barbosa, Bahia, Brasil desde 2006.
Fonte: periodistadigital.com




terça-feira, 23 de junho de 2015

Curso do Rio 2015



Curso do Rio2015
Popular -  Ecumênico -  Participativo

Papel das Religiões na Sociedade de Hoje
Em favor de uma convivência ativa pela justiça e paz

31 de julho (inicia às 18 horas)
01 e 02 de agosto (dias inteiros)
Assessoria
Lusmarina Campos Garcia, pastora, Conic-RJ
Tobias Tomines Faria, educador na IFHEP
Geraldo Rocha, professor Unigranrio
Fabiano Romes Maciel - CEBI-RJ
Névio Fiorin, Iser Assessoria 

Local
Quadra da Paróquia Santa Bernadete
Av. dos Democráticos, 896
Higienópolis, Rio de Janeiro, RJ
Objetivos:
Oferecer formação pastoral e sociopolítica articulando estudo teórico e experiências concretas, fé e prática, fortalecendo a ação da base das comunidades religiosas do estado do Rio de Janeiro.
Capacitar pessoas para desenvolverem atividades que favoreçam o exercício da cidadania e incentivar as pessoas das comunidades a participarem como cidadãos e cidadãs, de forma organizada, na transformação da sociedade brasileira.
Promover maior articulação entre pessoas e grupos que atuam em diferentes religiões e igrejas, contextos sociais e regiões, com enriquecimento pessoal e desdobramentos posteriores diversos, como intercâmbio, parcerias e surgimento de novas atividades.
Destinatários:
O Curso se destina a pessoas, especialmente jovens, que atuam nas comunidades eclesiais, projetos comunitários e movimentos sociais.
Número de participantes: 100
Contribuição Solidária: R$ 15,00
Hospedagem: - Para aqueles que vêm de longe será providenciada hospedagem solidária.
Oficinas / Rodas de Conversa
Teatro Popular
Dança
A juventude quer viver
Negritude e Cidadania
Mídia e Redes Sociais
Atenção à Pessoa Idosa
FICHA DE INSCRIÇÃO – até 19 de julho (ou completarem as vagas)
Faça sua inscrição on-line:   http://www.formfacil.com/iserassessoria/inscricao
Informações: Telefone: (21) 2262.8162 -    crio@iserassessoria.org.br

Programação

Sexta-Feira – 31 de julho
......... – Arrumação do local, limpeza, ornamentação, definição de espaços para grupos
18:00 – Chegada do pessoal, credenciamento
19:00 – Jantar
19:30 – Momento de Mística & Espiritualidade (20’)
20:00 – Animação - Apresentação dos participantes - Apresentação do Curso
20:30 – VER – A religião na vida das pessoas
21:15 – Momento de espiritualidade para encerrar o dia (5’): oração + canto.
21:30 – Encerramento do dia

Sábado – 01 de agosto
08:00 – café da manhã
08:30 – Momento de Mística & Espiritualidade
09:00 – Aprofundamento do VER – Painel: O Papel das Religiões na Sociedade de hoje.
10:15 - Intervalo - lanche
10:30 - Debate
11:30 - Grupos
12:00 – Almoço
13:30 - Dinâmica e Animação
13:45 – Fechamento do VER


15:00 – Oficinas / Rodas de Conversa
17:45 – Momento de partilha do aprendizado nas oficinas
18:30 – Momento de Mística & Espiritualidade
19:00 – jantar
20:00 – Noite Cultural
21:30 – Encerramento do dia

Domingo – 02 de agosto
08:00 – café da manhã
08:30 – Momento de Mística & Espiritualidade
08:45 – JULGAR – Os profetas e a defesa da justiça social (uma reflexão para os dias de hoje a partir de Amós)
10:30 – Intervalo – lanche
10:45 – JULGAR (30’ cont.)
11:30 – AGIR - Encaminhamento para o trabalho de grupo para indicação de Pistas de Ação
12:30 – Almoço
13:30 – Dinâmica e Animação
14:00 – Plenário das Pistas de Ação e definição dos Compromissos a serem assumidos
15:00 – Celebração do Envio
15:30 – Encerramento

Informações: Telefone: (21) 2262.8162 crio@iserassessoria.org.br
Facebook: - familiacursodorio



      

Curso do Rio 2015

O Curso do Rio deste ano retoma a Campanha da Fraternidade que tem como tema “Igreja e Sociedade”. A idéia é estender esse tema para pensar o papel que um conjunto diverso de comunidades religiosas têm, em um mesmo contexto geográfico, no momento atual da nossa história.
As religiões têm hoje um papel importante na garantia do bem-comum, especialmente frente a brecha entre ricos e pobres e entre o ser humano e a natureza. As religiões podem contribuir para suturar as duas.
As religiões não servem (ou não deveria servir) para edificar muros, senão para construir pontes, estabelecer sempre relações novas.
O futuro do planeta está em jogo e não existem fronteiras, barreiras ou muros atrás dos quais podemos nos esconder para nos proteger dos efeitos da degradação ambiental e social. É hora de agir. Não há lugar para a globalização da indiferença, para a economia de exclusão ou para a cultura do desperdício.
O desafio atual está em formar comunidades religiosas plenamente engajadas nas lutas econômicas e sociais do mundo atual, que ajudem as pessoas a superar a visão do tudo é "meu-eu” para uma perspectiva mais solidária; comunidades que estendam a mão aos sofredores e marginalizados da sociedade; comunidades que levantem sua voz publicamente; comunidades proféticas, desafiadoras dos sistemas que oprimem e exploram os pobres; comunidades que praticam o que pregam, que vivem o que oram.
A mudança do foco na busca de visibilidade e sucesso público para um foco na justiça social pode abrir para as religiões oportunidades de diálogos e práticas conjuntas em favor de políticas públicas adequadas para todos, especialmente para os mais excluídos.





sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

14° Intereclesial: Carta da Ampliada Nacional das CEBs



14° Intereclesial: Carta da Ampliada Nacional das CEBs

Londrina, PR, acolherá em 2018 o 14º Intereclesial de Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). A Ampliada Nacional, que tem a missão de dinamizar a caminhada das CEBs no Brasil, escolheu como tema: “CEBs e os desafios no mundo urbano”.


Carta da Ampliada Nacional das CEBs

“Comunidade é força se lutarmos todos juntos, contra esse tal sistema que aflige todo mundo”(canto Trem das CEBs).

Nestas terras vermelhas do Paraná, na cidade de Londrina, fomos acolhidos e acolhidas com muito calor e amizade para o encontro da Ampliada Nacional das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Contamos com a presença de representantes dos 18 regionais da CNBB, assessores e assessoras e dos bispos Dom Giovane Pereira de Melo, Bispo de Tocantinópolis e Referencial das CEBs, Dom Manoel João Francisco, Bispo de Cornélio Procópio e representante do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs) e Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Londrina.

Embalados pela mística libertadora, fomos convidados a fortalecer a unidade na diversidade de dons e serviços. Buscamos nos situar e fincar o pé na realidade local. Diante da complexidade do mundo urbano as Comunidades Eclesiais de Base, tem a missão de aprofundar a reflexão sobre as contradições da modernidade e apresentar caminhos de superação. Assim, o Deus da Vida nos convida a sermos fermento na massa, sinal de esperança e alimentar a espiritualidade de que um “outro mundo é possível”.

No segundo dia contamos coma presença de Dom Orlando Brandes, que presidiu a Celebração Eucarística. A partir das grandes regiões, debatemos sobre o papel da Ampliada Nacional que consiste em, fundamentalmente, dinamizar a caminhada das CEBs no Brasil. Com relação aos Intereclesiais, eles são momentos privilegiados de celebração e de troca de experiências. Para o 14º Intereclesial, definimos como tema “CEBs e os desafios no mundo urbano”, tendo como lema “Eu vi e ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-lo” (Ex 3,7). Para ampliar o debate contaremos com um texto-base, a ser elaborado. Foi-nos oportunizado conhecer os possíveis locais para a realização do 14º Intereclesial.

Destacamos o lançamento do livro “CEBs: Raízes e frutos ontem e hoje”, escrito por muitas mãos e organizado por Benedito Ferraro e Nelito Dornelas. O livro é resultado de reflexões pós 13º Intereclesial e é fundamental que todos os animadores e animadoras se apropriem dessas reflexões.

Aprofundamos os eixos temáticos que conduzirão o próximo Intereclesial. Colhemos sugestões para a elaboração do cartaz do 14º, onde os artistas populares serão convidados a colaborar nesta tarefa.

No intuito de manter a memória das CEBs, retomamos o Projeto “Memória e Caminhada” que é uma parceria com a Universidade Católica de Brasília (UCB), para arquivar e possibilitar pesquisa sobre a caminhada das CEBs no Brasil.

O encontro possibilitou o esclarecimento de dúvidas referente ao Abaixo Assinado pela Reforma Política. Reafirmamos nosso compromisso e empenho na coleta de assinaturas.

Empenhamo-nos nas questões práticas e encaminhamentos para a próxima ampliada.

Encerramos, com a celebração da Eucaristia e fomos enviados em missão para os nossos Regionais. Animados pela fé em Deus Libertador, e contando com a presença protetora de Nossa Senhora do Rocio, Padroeira do Paraná, acreditamos na vitória das flores e no bom perfume da primavera que espalhamos neste País!

Londrina, 25 de janeiro de 2015
Participantes da reunião da Ampliada Nacional das Comunidades Eclesiais de Base.






segunda-feira, 28 de abril de 2014

Vídeos Teologia da Libertação


Gente amiga das CEBs,

Mais uma vez o Iser Assessoria tem uma boa notícia para compartilhar com vocês.

Conseguimos colocar mais 5 filmes disponíveis no youtube. Eles fazem parte de uma coleção sobre Teologia da Libertação, que fizemos na virada dos anos 80 para os anos 90. Os links seguem abaixo e também podem ser encontrados em nossa página na internet: www.iserassessoria.org.br .

Em 1989 houve um encontro de diversos teólogos da libertação no Brasil, para tratar dos rumos daquela coleção da editora Vozes Teologia e Libertação. Aproveitamos a ocasião para gravar entrevistas com estes patriarcas da teologia produzida em nosso continente. Faustino Teixeira foi o responsável pelas entrevistas e pela edição do material, em colaboração com o jornalista Xico Teixeira. Daí surgiram 4 filmes, um deles sobre espiritualidade, em que se destaca a contribuição de Jon Sobrino (El Dio de los pobres). O segundo sobre eclesiologia (Igreja de los Pobres). O terceiro sobre a Palavra de Deus (Bíblia: Deus Vivo). O quarto sobre os encontros e desencontros culturais no processo de evangelização (Uns e Outros: o desafio da inculturação).

Cada um destes filmes têm cerca de 30 minutos. Eles revelam as intuições iniciais, as ideias centrais da teologia gestada a partir das inovadoras experiências eclesiais realizadas em nossa América. Os entrevistados falam em português e em espanhol. Não há legendas, mas as condições de gravação foram muito favoráveis, em um local tranqüilo, e os de língua espanhola foram convidados a falar pausadamente. 
É possível compreender perfeitamente a riqueza que querem nos transmitir.

Fecha o conjunto o filme Nossa América, dirigido pelo cineasta Silvio Da-Rin, que traça um panorama da América Latina, as contradições e potencialidades deste território em que uma teologia tão original surgiu e se desenvolveu. Totalmente produzido a partir de imagens previamente gravadas, este filme envolveu um cuidadoso trabalho de pesquisa e de edição. É narrado em português. Este filme foi produzido também para contribuir na preparação do 7º. Encontro Intereclesial, realizado em Duque de Caxias (RJ), e que teve como tema a América Latina. Esta situação hoje tem aspectos muito diferentes, mas é um documento histórico que nos ajuda a compreender as condições que possibilitaram a emergência da Teologia da Libertação.

Esperamos que possam saborear estes filmes e que eles contribuam para  fortalecer o seu compromisso com as CEBs neste início de século XXI.   

Vídeos Teologia da Libertação
produzidos pelo Iser Assessoria
El Dios de los Pobres
Espiritualidade da Libertação
1990 - 23 min
Apresenta a Teologia da Libertação como um forte movimento de espiritualidade revolucionado pelos empobrecidos. O vídeo abre espaço para uma reflexão sobre a articulação que vigora entre gratuidade e eficácia libertadora, assim como para as dificuldades que o tema tem suscitado na prática pastoral.
El Dios de los Pobres - Parte 1  https://www.youtube.com/watch?v=4CGqNIuf3m8
El Dios de los Pobres - Parte 2  https://www.youtube.com/watch?v=f39784ERsks

A Igreja dos Pobres
1990 - 23 min
Apresenta a nova consciência da Igreja, que acompanha a irrupção histórica dos pobres e seu movimento de cidadania eclesial: o significado da Igreja dos pobres e o desafio que essa representa para toda a Igreja.
A Igreja dos Pobres - Parte 1  https://www.youtube.com/watch?v=Ht1EHOEajjA
A Igreja dos Pobres - Parte 2  https://www.youtube.com/watch?v=HiC82QokNfQ

Bíblia: Deus Vivo
1990 - 22 min
Traz os aspectos essenciais da nova interpretação popular da Bíblia, que vem ganhando cidadania na América Latina e, em particular, o método de Frei Carlos Mesters.
O vídeo procura mostrar a importância da Bíblia na vida das Comunidades Eclesiais de Base, o que está surgindo de novo na sua interpretação e suas características mais importantes.
Bíblia: Deus Vivo - Parte 1  https://www.youtube.com/watch?v=Z737ICp8oX8
Bíblia: Deus Vivo - Parte 2  https://www.youtube.com/watch?v=Ib-zSOj1Ty0

Uns e Outros
O desafio da inculturação
1990 - 23 min
Abre espaço para uma reflexão de estrema atualidade para a Igreja: a questão do outro, da identidade e diferença, a relação de evangelização com a religião popular, com os desafios específicos do índio e do negro e a questão do sincretismo religioso.

Nossa América
1989 - 25 min
A luta dos países latino-americanos contra a dependência econômica, a injustiça social e a dominação política. A partir da edição de vários filmes, esse vídeo foi feito como material informativo para o 7º Encontro Intereclesial de Cebs.

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