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R$ 5,00 (+correio) (para grupos 20% de desconto) |
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Esta
cartilha, de Carlos Mesters e Francisco Orofino, tem 7 círculos bíblicos que
nos ajudam a refletir sobre o tema do 9° do Encontro Nacional de Fé e
Política que será realizado nas dependências da Universidade Católica de
Brasília – Taguatinga - Distrito Federal, nos dias 15 a 17 de novembro de
2013.
Para aprofundar a relação Fé & Política e a proposta de uma sociedade do Bem-Viver esta cartilha levanta sete perguntas:
1. Política e a esperança de um mundo melhor: O
que leva uma pessoa a participar da política?
2. Sociedade do Bem-Viver: Como resistir à proposta neoliberal do consumismo e do
individualismo?
3. Poder e Serviço: Qual a característica
principal de um bom político?
4. Abuso do Poder: Como se manifesta o abuso do
poder político?
5. Participação da mulher na política: Qual a contribuição
das mulheres para se chegar à Sociedade do Bem-Viver?
6. Política e defesa do meio ambiente: Quais as
decisões políticas necessárias para evitar o desastre ecológico
7. Religião e política: Como abrir os olhos do
povo para a manipulação da religião na política.
Este roteiro quer ajudar as Cebs e os grupos pastorais a pensar a transformação da sociedade atual a partir da proposta do Bem-Viver, uma contribuição dos povos indígenas da América Latina para a sociedade sair da crise que vive hoje. Em oposição à lógica do capitalismo que propõe “viver melhor” com mais consumo que ameaça o equilíbrio ecológico e social, a Bolívia e o Equador acabaram de realizar uma revisão na Constituição e incluíram entre seus fundamentos os conceitos Sumak Kawsay (quéchua), Suma qamaña (aimara), Teko Porã (guarani), traduzidos pela expressão “Bem-Viver”. Essa expressão fala de uma utopia comum a muitos povos originários que se expressa na busca da “Terra sem Males” e na comunhão ancestral do ser humano com a mãe Terra. Trata-se de um jeito novo de pensar nossa presença no Planeta. A expressão Bem-Viver significa basicamente 'viver bem entre nós e com o lugar onde vivemos', com sérias implicações sociais, políticas e econômicas. Trata-se de uma convivência comunitária intercultural, sem assimetrias de poder. É um modo de viver sentindo-se parte da comunidade e em harmonia com a natureza. A comunidade não é formada só pelos seres humanos. Comunidade inclui tudo: animais, plantas, água, minerais. As montanhas e os rios, e todos os lugares onde existe vida e habitam os espíritos. Isso muda muita coisa! Com esta cartilha esperamos contribuir para a necessária mudança do modelo de desenvolvimento do nosso país, buscando criar novos mecanismos de participação, novos projetos e leis que acolham a sabedoria dos povos ancestrais. |
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quinta-feira, 2 de maio de 2013
9º Encontro Nacional de Fé e Política
Marcadores:
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Fé e Politica,
Iser,
Iser Assessoria,
Névio Fiorin,
Participação Social,
Solange Rodrigues,
Yves Lesbaupin
terça-feira, 2 de abril de 2013
CEBs e desafios do mundo contemporâneo
CEBs e desafios do mundo contemporâneo
As comunidades eclesiais de base (CEBs) constituem uma das mais significativas experiências da Igreja Católica na América Latina. Elas surgiram num conjunto de iniciativas pastorais que repercutiram o Concílio Vaticano II em nosso continente. O Concílio apontava para três grandes desafios: a descolonização, pedindo que cada Igreja superasse o predomínio europeu e revelasse seu próprio rosto; a descentralização, pedindo que surgissem instâncias de comunhão e participação; e a desclericalização, que convocava o protagonismo dos leigos e leigas para a missão. Ao longo dos últimos 50 anos, as CEBs viveram esse sonho conciliar, através de um “novo modo de ser Igreja” gestado numa dinâmica que parte da proposta de uma Igreja Povo de Deus, congregando gente que se engaja no seguimento de Jesus para a missão evangelizadora.
Os bispos latino-americanos, no Documento de Aparecida, afirmam que as CEBs são “escolas que tem ajudado a formar cristãos comprometidos com sua fé, discípulos e missionários do Senhor, como testemunhas da entrega generosa, até mesmo com o derramar do sangue de muitos de seus membros”(DAp 178).
Hoje, existem milhares de CEBs espalhadas pelo Brasil, e seus membros continuam engajados nas transformações da Igreja e da sociedade local e nacional. Passados 50 anos da convocação do Vaticano II, é importante perceber os grandes desafios que se apresentam para a Igreja neste início de século, e as interpelações e reflexões sobre como orientar a caminhada das comunidades em sua ação pela transformação do mundo em fidelidade à proposta de Jesus.
As CEBs são um bom exemplo para quem busca relançar, retomar e reanimar o espírito conciliar na Igreja Católica. Esta é, sem dúvida, a melhor maneira de celebrar os 50 anos do Vaticano II.
Ao longo da caminhada, a atuação das comunidades tem sido apoiada por uma rede de assessores e assessoras, pessoas que têm um conhecimento específico sobre diferentes temas e que colocam esse saber a serviço da caminhada das comunidades. O surgimento de novas gerações de assessores e assessoras, agentes de pastoral e animadores de comunidade exige um esforço continuado de formação dessas pessoas para melhor desempenhar suas tarefas e ajudar as CEBs neste caminho reflexivo e em suas práticas religiosas e sociais.
Tendo em vista essa necessidade, uma parceria entre o Iser Assessoria e o Setor CEBs da Comissão Episcopal para o Laicato da CNBB promoveu, ao longo de 2011, quatro Seminários para assessores e assessoras de CEBs, reunindo cerca de 100 pessoas de todos os 17 regionais em que o país está dividido pastoralmente.
Concluindo esse projeto, resolvemos reunir numa publicação os artigos dos diversos peritos e peritas presentes nos seminários.
A primeira parte traça a caminhada histórica das CEBs, desde o Vaticano II (1962-1965) até Aparecida (2007). As contribuições de José Oscar Beozzo e de Daniel Higino reconstroem essa trajetória cheia de avanços e percalços. Dentro desse panorama histórico, as CEBs deixaram sua marca nos sucessivos Encontros Intereclesiais. O Pe. Alfredinho, com sua contribuição, partindo da imagem do trem das CEBs, mostra o encadeamento dos temas que devem animar a caminhada das comunidades através de sugestivas “estações” em que o trem deve fazer suas paradas de reabastecimento. Completando essa parte, o artigo de Josenildo Francisco de Lima aborda o momento de crise das CEBs, com o sugestivo subtítulo “Entre a perseguição e o martírio por fidelidade aos pobres”.
A segunda parte trata especificamente do assunto do seminário. Sérgio Coutinho e Solange S. Rodrigues, a dupla que organizou e animou os seminários, escrevem sobre a identidade e a diversidade das CEBs diante do atual quadro sociopolítico e eclesiástico. Completa essa unidade o testemunho vivo que nos é dado por Mercedes de Budallés sobre a identidade e a diversidade presentes na vida das CEBs do Centro-Oeste.
A terceira parte reúne uma série de artigos sobre os desafios do mundo contemporâneo que interferem na vida e na organização das CEBs. Ivo Lesbaupin nos coloca diante da atual conjuntura socioeconômica. Roberto “Gogó” Malvezzi retrata a caminhada das CEBs diante dos desafios do semiárido. Lúcia Ribeiro aborda as relações de gênero na vida das comunidades. Sílvia Fernandesanalisa as CEBs diante dos desafios do pluralismo religioso. Por fim, Fernando Altemeyer Jr. aponta para o futuro das CEBs diante da cultura urbana.
A quarta parte traz uma contribuição escrita a seis mãos por Nelito Dornelas, Pedro Ribeiro de Oliveira e Tereza Cavalcanti sobre o papel de um assessor e de uma assessora pastoral nas CEBs.
Graças à Editora Paulus, esta publicação torna-se uma realidade. Esperamos que ela possa servir a todas as pessoas envolvidas na preparação e na animação do 13º Intereclesial de Juazeiro do Norte, em janeiro de 2014, quando então todas as CEBs se colocarão em romaria para celebrar a vida e a caminhada nos sertões do Padre Cícero.
ENTRE VÓS SEJA ASSIM
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ENTRE VÓS SEJA ASSIM - A Igreja Organizada a partir de Comunidades de BaseFrei Toni Michels, 2013, 56p.
Vendo seus discípulos discutir sobre quem deles seria o maior, Jesus os chamou e disse: “Sabeis que aqueles que vemos governar as nações as dominam, e os seus grandes as tiranizam. Entre vós não seja assim: ao contrário, aquele que dentre vós quiser ser grande, seja o vosso servidor, e aquele que quiser ser o primeiro dentre vós, seja o servo de todos” (Mc 10,42-45).
Tomamos a frase de Jesus de forma positiva - ENTRE VÓS SEJA ASSIM - como título deste caderno que trata da organização e coordenação das CEBs. Trata-se de passar de uma pastoral centrada na hierarquia para uma pastoral centrada no Povo de Deus.
O ponto de partida deste caderno foi o documento Que todos sejam um, nascido de um processo sinodal da Diocese de Duque de Caxias. O texto não tem a pretensão de ser uma receita. Quiçá possa servir para algumas Igrejas Locais, com suas comunidades e paróquias, neste processo de concretizar novos jeitos de ser Igreja que levem a sério a participação e a comunhão efetivas de todos os consagrados e consagradas pelo batismo.
Esta cartilha apresenta uma reflexão sobre práticas concretas que geram mecanismos de comunhão e participação na animação de uma igreja de CEBs.
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Preço de Lançamento:
(+ correio)
EncomendasIser AssessoriaTel.: (21) 2524-9761
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O Espírito Ecológico nas CEBs
O Espírito Ecológico nas CEBs: Partilhando experiências do semiárido, de Roberto Malvezzi (Gogó).
Este é o título da segunda de uma série de cartilhas, com o objetivo de contribuir na formação e animação das Comunidades Eclesiais de Base, tendo em vista o 13° Encontro Intereclesial de Cebs, de 7 a 11 de janeiro de 2014, em Juazeiro, Ceará.
Este é o título da segunda de uma série de cartilhas, com o objetivo de contribuir na formação e animação das Comunidades Eclesiais de Base, tendo em vista o 13° Encontro Intereclesial de Cebs, de 7 a 11 de janeiro de 2014, em Juazeiro, Ceará.
Roberto Malvezzi (Gogó) reúne nesta cartilha experiências do povo das CEBs que aprendeu a sobreviver enfrentando as exigências da natureza e os desafios da desigualdade social implantada pelo sistema sócio-político brasileiro.
Lutar pela vida na caatinga deu forças ao povo para enfrentar e sobreviver aos coronéis que controlavam tudo e todos desde o tempo do Brasil Colônia. Formadas pela dureza da vida, hoje estas comunidades sentem-se chamadas a combater os novos coronéis que querem transposições de rios, projetos do agronegócio, usinas nucleares, novos empreendimentos capitalistas que deslocam populações e destroem a natureza.
Esta luta centenária serviu para despertar nas comunidades o espírito ecológico, já presente nas lutas dos profetas antigos, como Ibiapina e Cícero Romão e que hoje anima a luta de dom Luiz Flávio Cappio e de tantos outros e outras que lutam contra projetos e interesses que destroem o ambiente e a vida.
Os encontros nesta cartilha querem nos ajudar a acolher e a viver uma espiritualidade ecológica.
Valor unitário: R$ 3,50 (+ correio) = R$ 5,00
5 exemplares: R$ 15,00 (+ correio) = R$ 22,00
10 exemplares: R$ 30,00 (+ correio) = R$ 38,00
Marcadores:
Assessoria,
Cartilha Espírito Ecológico nas Cebs,
Espírito Ecológico
terça-feira, 19 de março de 2013
Romaria da Amizade
Romaria da Amizade As CEBs de todo o Brasil
se preparam para uma grande Romaria. Elas se colocarão em caminhada para o 13° Encontro Intereclesial de CEBs,
que acontecerá em janeiro de 2014,
em Juazeiro do Norte, Ceará,
terra do padre Cícero e de todos os romeiros e romeiras.
Até lá, muitas romarias serão feitas, mobilizando milhões de pessoas,
que se dirigem aos muitos santuários espalhados por todo o Brasil. Tem gente que vai a Aparecida, ou a Canindé,
ao Círio de Nazaré ou aos vários santuários do Bom Jesus,
seja o de Iguapé, o da Lapa ou o de Pirapora...
Os romeiros e romeiras, em suas caravanas comunitárias,
partilham a vida, a fé, a devoção, as preces e os cantos,
próprios de um acontecimento assim. Mas, principalmente, cultivam a amizade,
as boas conversas, a memória dos "causos" e tudo aquilo que faz parte da vida cotidiana das pessoas, seja na cidade, seja na roça. Romeiros vêm de todo lugar, trazendo aquilo que viveram e experimentaram e, com muito gosto, querem compartilhar tudo com os outros!
Esta cartilha traz um relato muito animado de uma romaria entre Recife e Juazeiro do Norte, registrado por Reginaldo Veloso. Reginaldo tem uma longa caminhada de vida, de CEBs e de romarias.
Aqui, ele partilha conosco uma experiência, como ele mesmo diz, "que já leva mais de 20 anos".Vale à pena, através da leitura deste livrinho, nos juntarmos às pessoas que se colocam a caminho,
professando sua fé e cantando junto.
Bendita e louvada seja - Esta santa romaria Bendito o povo que marcha -Tendo Cristo como guia (Zé Vicente)
Valor unitário: R$ 3,50 (+ correio) = R$ 5,00
5 exemplares: R$ 15,00 (+ correio) = R$ 22,00
10 exemplares: R$ 30,00 (+ correio) = R$ 38,00
Encomendas:
Iser Assessoria Tel.: (21) 2524-9761 iserassessoria@iserassessoria.org.br
Esta publicação é resultado de um projeto de Formação
para assessoras/es de Comunidades Eclesiais de Base,
em parceria com o Setor CEBs da Comissão Episcopal
para o Laicato da CNBB,
com apoio do Fundo:
Nacional de Solidariedade-CNBB/Cáritas Brasileira,
de DKA-Áustria e Adveniat.
Marcadores:
Assessoria,
Cartilha Romaria da Amizade
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Curso do Rio 2012
23 a 27 de Julho de 2012
(segunda a sexta, das 8 às 18 horas)
Local: Centro Pastoral
Rua
Haddock Lobo, 266 – Tijuca - Rio de Janeiro, RJ
(atrás da igreja dos Capuchinhos)
Programa
Análise Social
Segunda: - Um olhar sobre a Juventude na atualidade - Solange Rodrigues -
socióloga, Iser Assessoria
Terça: - Experiências de mobilizações juvenis –
painel - Patrícia Lanes - antropóloga, Ibase
Quarta - Juventude e política - Marina Ribeiro – pedagoga, Ibase
Aprofundamento bíblico, teológico e
pastoral
Quinta - Juventude e comunidade cristã. Um olhar a
partir da Bíblia - Francisco Orofino – biblista, CEBI, Iser Assessoria
Sexta: - Pistas de Ação (construção coletiva)
Apresentação das oficinas e Celebração de encerramento - Névio Fiorin – Iser Assessoria
Apresentação das oficinas e Celebração de encerramento - Névio Fiorin – Iser Assessoria
Programa básico do dia:
08h00 - Chegada
08h15 - Momento de Espiritualidade
08h30 - Exposição da assessoria
10h00 - Grupos de estudo
12h00 - Almoço
13h30 - Plenário / Oficinas
17h30 - Celebração
18h00 - Encerramento do dia
O que é o Curso do Rio
O Curso do Rio, promovido pelo Iser Assessoria em parceria com leigas e leigos que atuam em diferentes pastorais, é um espaço de formação teológico-pastoral e sócio-política, de partilha de experiências comunitárias e de celebração da fé.
O Curso do Rio, promovido pelo Iser Assessoria em parceria com leigas e leigos que atuam em diferentes pastorais, é um espaço de formação teológico-pastoral e sócio-política, de partilha de experiências comunitárias e de celebração da fé.
Refletindo sobre as novas
questões e os desafios da prática social, tem como objetivo capacitar pessoas
para desenvolverem atividades que favoreçam a cultura da paz e dos direitos
humanos e incentivá-las a participarem de forma organizada na transformação da
sociedade brasileira.
Trata-se de um curso:
Popular: dirigido a leigos e leigas que atuam nas
comunidades, pastorais, projetos e movimentos sociais;
Ecumênico: lugar de partilha e comunhão entre pessoas de
diferentes Igrejas ou religiões;
Participativo: o curso é feito em mutirão envolvendo
participantes e suas comunidades, voluntários das equipes de serviço, oficinas,
assessores e conta com o apoio de diversas comunidades e instituições.
Oficinas:
As oficinas, dentro da proposta metodológica do Curso do Rio representam um espaço de aprendizado, onde a partilha do saber é concretizada. São instrumentos que ajudam a traduzir, em novas linguagens, os conteúdos apreendidos e vividos no curso. Têm como base os princípios da Educação Popular e visam encontrar formas descontraídas e dinâmicas que ajudam nos trabalhos das comunidades e ou movimentos. As oficinas não visam formar técnicos, mas oferecer uma base importante para se iniciar um trabalho. Cada participante fará uma oficina. Na inscrição assinale duas opções (para o caso de alguma já estar preenchida.
As oficinas, dentro da proposta metodológica do Curso do Rio representam um espaço de aprendizado, onde a partilha do saber é concretizada. São instrumentos que ajudam a traduzir, em novas linguagens, os conteúdos apreendidos e vividos no curso. Têm como base os princípios da Educação Popular e visam encontrar formas descontraídas e dinâmicas que ajudam nos trabalhos das comunidades e ou movimentos. As oficinas não visam formar técnicos, mas oferecer uma base importante para se iniciar um trabalho. Cada participante fará uma oficina. Na inscrição assinale duas opções (para o caso de alguma já estar preenchida.
01. Dança - A oficina trás a proposta de experimentar e trabalhar o corpo através
da dança, que possibilita o conhecimento de si e a partilha com o outro,
buscando assim o bem-viver.
Oficineira: Adriana Alves de Souza - Sociedade cultural Projeto Luar de Dança.
Oficineira: Adriana Alves de Souza - Sociedade cultural Projeto Luar de Dança.
02. Fotografia, mídia e redes
sociais: - Esta oficina tem como objetivo explorar as
possibilidades de documentação visual das atividades realizadas pelas
comunidades, projetos, movimentos sociais e pastorais.
Oficineiro: GEFEP - Luizinho
Oficineiro: GEFEP - Luizinho
03.
Leitura Popular da Bíblia na linguagem da Juventude - A oficina trabalha a partir de
textos bíblicos para aprofundar o tema do Curso deste ano. Utiliza-se a
metodologia do CEBI – Centro de Estudos Bíblicos, a saber: refletir a Palavra,
em grupo ou em Comunidade, partindo sempre da Realidade.
Oficineiro/a: CEBI-RJ
Oficineiro/a: CEBI-RJ
04.
Metodologia do trabalho com jovens - A oficina se propõe trabalhar sobre as
diferentes formas de ação com grupos juvenis e de adolescentes, a partir das
práticas empregadas em projetos sociais e igrejas
Oficineiro/a:
Oficineiro/a:
05.
Políticas públicas de Juventude - A oficina busca refletir sobre
as principais questões que dizem respeito aos/às jovens, como os aspectos de
sua situação atual e suas demandas. Além disso, busca apresentar possibilidades
metodológicas para potencializar o trabalho com a juventude e sua organização
Oficineiro/a: Fórum da Juventude (a confirmar)
Oficineiro/a: Fórum da Juventude (a confirmar)
06.
Teatro Popular:
- Tem como objetivo favorecer o conhecimento
pessoal e de grupo e iniciar as pessoas na metodologia de teatro popular para
que possam nas suas comunidades trabalhar a representação de maneira simples e
fácil para chamar a atenção para os problemas e construir soluções coletivas.
Oficineiro/a: Sidney Guedes
Oficineiro/a: Sidney Guedes
(Na
ficha de inscrição assinale duas opções de oficina, bastando indicar o número)
Destinatários:
O Curso se destina, principalmente, a pessoas que atuam em Comunidades, pastorais sociais, projetos comunitários e movimentos sociais.
Neste ano teremos um Curso do Rio mais temático. O Curso continua aberto, mas nos interessa neste ano, sobretudo, reunir pessoas que trabalham com juventude, que estejam assumindo atividades com juventude, ou estão dispostos a atuar nesse campo.
O Curso se destina, principalmente, a pessoas que atuam em Comunidades, pastorais sociais, projetos comunitários e movimentos sociais.
Neste ano teremos um Curso do Rio mais temático. O Curso continua aberto, mas nos interessa neste ano, sobretudo, reunir pessoas que trabalham com juventude, que estejam assumindo atividades com juventude, ou estão dispostos a atuar nesse campo.
Claro que o Curso do Rio seguirá com a linha de formação da
consciência crítica, do protagonismo dos leigos e leigas e da ação
sociopolítica transformadora da realidade.
Despesas:
Contribuição Solidária: R$ 45,00 (Para gastos de secretaria, material, lanches).
Outras despesas por conta dos participantes: almoço (haverá opção local a preço popular) e transporte local durante o curso.
O envolvimento das comunidades neste mutirão de formação é muito importante.
Outras despesas por conta dos participantes: almoço (haverá opção local a preço popular) e transporte local durante o curso.
O envolvimento das comunidades neste mutirão de formação é muito importante.
Hospedagem: - Os
participantes que moram na cidade do Rio retornarão para suas casas ao final de
cada dia do curso. Para aqueles que vêm de longe será providenciada hospedagem
junto a comunidades, escolas, creches etc. Hospedagem em casa de parentes e
amigos é a melhor opção.
Como chegar: - Da Estação de
trem São Cristóvão são aproximadamente 1.500 metros. De metrô, fica perto da
Estação Afonso Pena.
FICHA DE INSCRIÇÃO - até 15 de julho!
corte e cole o questionário abaixo num email para crio@iserassessoria.org.br
corte e cole o questionário abaixo num email para crio@iserassessoria.org.br
Nome completo:
E-mail:
Endereço (completo com CEP):
Tel.: residencial:
Celular:
E-mail:
Endereço (completo com CEP):
Tel.: residencial:
Celular:
Faixa etária (mínimo 16
anos, com atuação no campo social):
[deixe apenas a opção correta, apagando as outras]
a) 16-20 anos
b) 21-30
c) 31-40
d) 41-50
e) 50-65
f) mais de 65 anos
[deixe apenas a opção correta, apagando as outras]
a) 16-20 anos
b) 21-30
c) 31-40
d) 41-50
e) 50-65
f) mais de 65 anos
Escolaridade:
a) Ensino fundamental (até 8ª série)
b) ensino médio
c) superior
a) Ensino fundamental (até 8ª série)
b) ensino médio
c) superior
Você é:
a) evangélico. De qual Igreja:
b) católico.
c) Outra religião. Qual?
a) evangélico. De qual Igreja:
b) católico.
c) Outra religião. Qual?
Você precisa que a organização do Curso providencie hospedagem
para você:
a) SIM
b) NÃO
a) SIM
b) NÃO
Você pode hospedar alguém?
a) SIM
b) NÃO
a) SIM
b) NÃO
Atua em alguma organização social e política? Qual? Que função
exerce?
.....................
Exerce alguma atividade religiosa? Qual? Que função exerce? .............
Em qual oficina gostaria de participar:
1ª opção:
2ª opção:
1ª opção:
2ª opção:
terça-feira, 3 de abril de 2012
Rede Fé e Política realiza Fórum de Lançamento da 5ª Semana Social Brasileira
Um Fórum realizado no Sindipetro fez o Lançamento da 5ª Semana Social Brasileira no Rio de Janeiro. O evento, que aconteceu no dia 31 de março de 2012, foi uma parceria entre a Rede Fé e Política do Estado do Rio de Janeiro e o Sindicato dos Petroleiros.
Estiveram presentes cerca de 100 pessoas, lideranças das pastorais, militantes de movimentos sociais, de diversos municípios do estado do Rio de Janeiro.
O Fórum teve como objetivo reunir lideranças das Comunidades e militantes dos movimentos sociais para dar início à discussão da 5ª SSB que tem como tema “Estado para quem?”. Outra pauta importante é a necessidade de repensar a sociedade como um todo e o modelo de Estado a partir da crise civilizacional, ecológica, econômica, política.
Todo o dia nos defrontamos com as contradições do modelo de Estado que temos. É mínimo, quando se trata de atender as necessidades e os direitos do povo. Mas é ativo e põe em curso todo seu poder quando estão em jogo os interesses das grandes corporações.
A 5ª SSB se insere no contexto da luta pela democratização do Estado e da participação da Constituinte. Agora, para celebrar em 2013 os vinte e cinco da Constituição Cidadã, a 5ª SSB vem propor um grande mutirão da Sociedade Brasileira para impedir recuos e realizar os avanços legais imprescindíveis para que o Estado possa atender adequadamente as necessidades dos grupos excluídos, da biodiversidade e da vida no Planeta.
O Fórum contou com assessoria de Virginia Fontes, Ivo Lesbaupin e Emmanuel Cancella.
Primeira a falar, Virgínia Fontes, professora aposentada da Universidade Federal Fluminense e atual professora da Escola Nacional Florestan Fernandes, do MST, falou sobre “O Estado que Temos”. A mesma lançou recentemente um livro intitulado “O Brasil e o capital-imperialismo”. Segundo Vírginia, após ver o subsídio de reflexão sobre a 5ª SSB, disse que existem diferenças entre os Estados e destacou que a hegemonia hoje no mundo é dos “Estados Capitalistas”. Dessa forma, ”A existência do Estado está associado às classes sociais e sua organização. Ele é um modo de ser e precisa se expandir infinitamente. Sua lógica não considera os limites da natureza. O capitalismo cria uma relação social muito peculiar. Ele tem uma condição social e uma forma de existir. É uma produção de seres expropriados, pois a exploração só é possível se uma massa de pessoas estiver dentro das expropriações. São quatro os tipos de expropriação: da terra, do saber operário, do trabalho coletivo e por último a expropriação do direito”. Por fim, disse que os Estados capitalistas tentam impedir as lutas internacionais dos trabalhadores, que se organizem, aprisionando os cidadãos em seus Estados. Por isso, a forma de democracia atual é falsa, pois não permite que os pobres discutam, porque são pobres.
Em seguida, Ivo Lesbaupin da Ong Iser Assessoria que falou sobre “O Estado que Queremos”. Chamou atenção sobre o nosso atual padrão consumista que é insustentável. Lembrou uma frase de Leonardo Boff que disse “a terra não precisa de nós, nós é quem precisamos dela”. Ressaltou a importância da mudança de concepção do modelo desenvolvimentista vigente em nosso país. Indagou-nos sobre a possibilidade de um outro tipo de desenvolvimento, uma outra economia. A partir daí apresentou algumas propostas que já vem sendo realizadas no Brasil por movimentos sociais, tais como, “na agricultura temos um bom acúmulo, a agricultura familiar. Para o semi-árido a ASA é um bom exemplo. A convivência com o semi-árido, através da campanha das cisternas. O pessoal irá construir uma cisterna na Cúpula dos Povos. É preciso mudar nossa matriz energética passando para energias renováveis como a eólica, solar, etc. O nosso país pode ser uma referência nesse campo. É preciso desenvolver a campanha “Desmatamento Zero”. A fabricação de bens precisa mudar, pois a cada três meses nossos equipamentos quebram. Por exemplo, nos EUA existe uma lâmpada incandescente que está acessa a mais de 100 anos. Indicou para o documentário “Comprar-jogar fora-comprar A história da obsolescência planejada”, o motor secreto da sociedade de consumo. Os transportes também devem mudar do rodoviário para o trilho. Por fim, destacou a importância de nossa participação, em junho, na Cúpula dos Povos, pois é um espaço de construção coletiva da proposta de um outro desenvolvimento possível e necessário para o planeta Terra.
Logo depois, Emanuel Cancella, presidente do Sindipetro, abordou o tema “Transformações recentes do Estado e os impactos na sociedade brasileira”. Como destaque falou sobre a Geopolítica de Energia brasileira. Destacou que não se trata apenas do petróleo, mas da energia como um todo. Lembrou que “antes do presidente Fernando Henrique havia o monopólio da Petrobrás, mas ele o quebrou. Lula criou uma lei melhor do que a de FHC. No entanto, denunciou o “Sh-Eike Batista”, que ganhou um leilão de petróleo sem ter um navio e nem um trabalhador neste ramo comercial.
O movimento social propõe que a exploração do petróleo seja de uma forma estratégica para resolver os grandes problemas que resultaram das mazelas da política brasileira. O movimento social é contra a exploração indiscriminada do petróleo, mas que receita seja investida na indústria petroquímica e na mudança da nossa matriz energética, pois somos um país tropical com muito sol, ventos e rios. Outra questão que precisamos analisar é a reivindicação do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB). Segundo eles, água e energia não são mercadorias. Eles são contra a construção de grandes hidrelétricas, pois as mesmas estão sendo construídas para alimentar grandes empresas multinacionais que estão se instalando no Brasil, além de causarem grandes desastres ambientais. As leis não são as mesmas nos diferentes países. Vejam o exemplo da TKCSA. Será que ela seria construída na Alemanha, França, etc.
Por fim, disse que o Sindipetro propõe outra sociedade de consumo, com outra matriz energética.
Aos palestrantes seguiu-se a “fila do povo” com depoimentos, perguntas e questões de vários participantes.
Dando seguimento ao processo de discussão da Semana Social está previsto um Seminário de Capacitação de Agentes Multiplicadores, que será realizado de 19 e 20 de maio, em de Duque de Caxias. As fotos estão em www.iserassessoria.blogspot.com.br - Veja também www.semanasocialbrasileira.org.br
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